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People Strategy

Diversidade de Gênero na Teleperformance Brasil

Segundo Simone Nunes, a chave para ter um ambiente inclusivo é ter equilíbrio. “Quando temos uma gestão equilibrada com homens e mulheres, temos uma chance maior de sucesso.”

 

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A Teleperformance sempre valorizou a equidade de gênero. E na Teleperformance Brasil encontramos um excelente exemplo da importância de criar uma cultura de inclusão de gênero. Além de mais de 60% de toda a força de trabalho da TP no Brasil são mulheres, 53% das posições de liderança são ocupadas por mulheres. Segundo a diretora de RH da Teleperformance Brasil, Simone Nunes, esse tem sido um processo natural, que só é possível porque a empresa valoriza a competência. Não foi preciso criar políticas rigorosas para alcançar essa alta porcentagem de mulheres no time TP e em funções de liderança, esse cenário foi construído apenas porque há uma mentalidade que coloca a competência profissional em primeiro lugar.

Segundo Simone Nunes, a chave para ter um ambiente inclusivo é ter equilíbrio. “Quando temos uma gestão equilibrada com homens e mulheres, temos uma chance maior de sucesso.”

Ser um ótimo lugar para as mulheres trabalharem significa entender e respeitar cada profissional e cada indivíduo. Por exemplo, entender que os pais precisam estar presentes na vida de seus filhos, especialmente quando estão doentes, pode ser um problema em outras empresas. No entanto, não na Teleperformance Brasil - onde as mulheres são apoiadas e respeitadas pelo que são e pelo que fazem.

Nunes tem visto empresas com pensamentos “antiquados” em que preconceitos e estereótipos de gênero são excessivos. Seu conselho para outras empresas é: “Abra sua mente. É absurdo avaliar alguém pelo seu gênero, ou por sua orientação sexual ou religião. Isso é algo tão desatualizado. As empresas têm que entender que precisam dos melhores profissionais para o trabalho ”.

Seu conselho é que a diversidade deve ser vista como um ativo, não como um fardo. Onde há diversidade, há mais ideias, mais debate e maior troca de informações para ajudar a empresa a crescer.

“Não precisamos mudar as pessoas; temos que mudar a mente das pessoas ”, diz Simone. E enquanto o mercado evoluiu muito nesta questão da diversidade, para muitas empresas ainda há um longo caminho a percorrer.

No entanto, ela acredita que se as empresas adotarem esse “modelo mental” de mudança, que coloca a competência profissional à frente de tudo, eliminando estereótipos de gênero, elas também podem ter sucesso como a Teleperformance Brasil, e criar de um ambiente de trabalho inclusivo.